O Pequeno Museu da Tecelagem possui uma coleção de Curiosidades, como a anúncio acima, publicado no Jornal o Estado de São paulo em 1922. Este e outros documentos digitais estão no endereço : http://picasaweb.google.com.br/scholzrene/Curiosidades#


TECELAGEM COM FIBRA DE BANANEIRA
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O Município de Maragogi possui um artesanato diversificado e muito bem elaborado. Diversos artesões trabalham várias matérias primas como a fibra da bananeira, casco do coco, escamas de peixe, algas marinhas, sementes e garrafas PET entre outros.
O Filé da Bananeira – Um Artesanato de Fibra!! Lançado recentemente, durante a BNTM 2006, ocorrida em Maceió, Alagoas, o município de Maragogi apresentou na ambientação de seu estande, um artesanato genuinamente local, o “filé da fibra da bananeira”. Uma variação totalmente criativa do principal produto artesanal alagoano, que são os famosos bordados, surgidos das redes de pesca, trabalhadas pelas hábeis mãos das artesãs do Pontal da Barra., bairro tradicional de pescadores as margens da Lagoa Mundaú.
O motivo principal de esta iniciativa ter se tornado “case” alagoano apresentado durante o II Salão do Turismo, em 2006, São Paulo, foi a alternativa municipal de inserir, na cadeia produtiva do turismo de Maragogi, os na época, 16 núcleos agrícolas, principais fornecedores da matéria prima, em questão: a fibra da bananeira, onde alguns destes assentamentos oficiais do INCRA, tornaram-se os próprios produtores deste artesanato decorativo/utilitário, incrementando a renda familiar com a adição do aspecto cultural de seus pequenos produtores. Duas Associações de artesãos de Maragogi, junto aos gestores públicos municipal e estaduais, vêm capacitando seus membros no sentido de inserir seus produtos no mercado turístico nacional. Fortalecendo este processo produtivo, Maragogi está presente nos Programas de Desenvolvimento, em diferentes esferas públicas como no APL de Turismo da Costa dos Corais, no Programa Roteiros do Brasil e no Programa de Produção Artesanal Associada ao Turismo, do Mtur e Fundação CTI-Ne.
A nova técnica artesanal surgida através do “ponto” ou “textura” do filé da fibra da bananeira já vem sendo utilizada na confecção de bolsas, almofadas, caminhos de mesas, painéis e vem sendo trabalhado para dar aos produtos finais uma melhor qualidade e design variado para este mercado cada vez mais competitivo – o artesanato brasileiro. Extraídas do “pseudocaule” da bananeira, os três tipos de fibras – o filé, o contrafilé e a renda, são manipulados pelas artesãs e alternadas, dão diferentes texturas e aplicações diversas aos produtos atualmente confeccionados, e que com a assessoria das parcerias entre o SEBRAE, e o APL de Turismo Costa dos Corais, novos designers estão sendo convidados para incrementar ainda mais os dons criativos destes artistas de Maragogi. Contribuição da amiga Mineira Geni, vide os links abaixo: http://tecendoemminas.blogspot.com/ http://ny-tecelagem.blogspot.com/ http://tecercompregos.blogspot.com/ http://tear-circular.blogspot.com/ http://so-arraiolos.blogspot.com/ http://so-patchworkeiras.blogspot.com/ LOJA>http://artesdageny.elo7.com.br/ . |

Tapeçarias são o mote deste romance de Tracy Chevalier, esta escritora americana radicada na Inglaterra. As obras fazem parte do acervo do Museu Medieval de Cluny em Paris. São seis obras, cinco representam os sentidos e uma o desapego. No link abaixo pode-se admirar estas obras.
http://www.tchevalier.com/unicorn/tapestries/index.html
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Handloom Construction:
A Practical Guide for The Non-Expert. by Joan Koster, 1979 VITA, Inc. document.



Donas de casa e pedreiros de Guaraqueçaba agora são também artesãos graças ao programa Arte Nossa, do Provopar. Criado há cinco anos, o Arte Nossa promove o desenvolvimento do artesanato paranaense com cursos de capacitação e oficinas que aumentam a qualidade dos produtos e habilitam os artesãos a venderem em feiras nacionais e internacionais.
Em Guaraqueçaba, o Arte Nossa construiu o Centro de Artesanato, onde os artesãos que compõem a cooperativa de produtores da região trabalham e expõem seus produtos. Eles também têm local reservado no Mercado Municipal e na Praça Central de Guaraqueçaba, bem como nas lojas do Provopar, em Curitiba e no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais.
“O Centro é um projeto piloto que já está cumprindo o objetivo de dar alternativa de renda aos pescadores, principalmente, que passam dificuldades dudante os meses em que a pesca é proibida para reprodução dos peixes”, explica a presidente do Provopar, Lucia Arruda. “Outro objetivo importante, que também conquistamos, foi estancar o êxodo da população — especialmente dos mais jovens — que deixava Guaraqueçaba em busca de emprego em cidades maiores.”
A Cooperativa de Artesãos de Guaraqueçaba reúne 30 pessoas, explica a presidente Ida Maria Oelke Alves. Alguns deles são índios das ilhas da região e da aldeia Kuaray Guata-porã. “Com o programa, as famílias têm uma fonte de renda complementar, que chega a R$ 500”, afirma.
Com os bons resultados, outro Centro de Artesanato foi construído na Ilha das Peças. “Em Antonina, construímos o Siri do Portinho, um restaurante operado pelas as mulheres de pescadores, que também possui um espaço para o desenvolvimento do artesanato”, lembra Lucia.
CAPACITAÇÃO — Para aprimorar o trabalho dos artesãos e a qualidade de seus produtos, o Arte Nossa promove cursos com técnicos do Provopar em todo o Paraná. Hoje mais de dois mil artesãos estão cadastrados no programa e encontram na atividade uma opção de renda.
Caso de Aldo Aparecido de Souza. Ele trabalhava na construção civil, mas há três anos tira o sustento da família construindo móveis de bambu, técnica que aprendeu em oficina ministrada no Centro de Artesanato de Guaraqueçaba. “Antes, me faltava serviço. Depois do curso, minha vida mudou”, afirmou.
Lourdes Pontes Viana deixou de ser dona de casa para trabalhar com tapeçaria em fibra de bananeira, sisal e paina. Ela também aprendeu a tecer num curso ministrado no barracão. Hoje, ganha dinheiro com o que produz. “Dia desses, uma turista alemã veio aqui e só não comprou mais peças porque ultrapassaria o limite de peso da bagagem no avião”, disse.
PRÊMIOS AOS ARTESÃOS — Além da renda, os artesãos do programa Arte Nossa também ganham prêmios em feiras e exposições nacionais.
Iolanda Moraes Thomas, conhecida como Vanda, venceu a categoria Arte Popular: Moldado à Mão do Salão Nacional de Cerâmica 2009. Ela esculpiu uma imagem de santa típica da região. ““Eu faço esses bonecos de barro desde criança. Com os cursos do Provopar, percebi que posso ganhar um dinheirinho com eles”, falou.
A artesã Jamile Pereira foi premiada na categoria Arte Popular: Utilitário/Decorativo do Salão Nacional de Cerâmica 2006. Ela expôs uma gamela com imagens de golfinhos. “Já trabalhava antes com pintura em cerâmica, mas as peças, aprendi a fazer nos cursos do Arte Nossa”, disse.

No domingo, dia 19 de abril de 2009, o programa Globo Comunidade trouxe uma matéria sobre as Artesãs de Araruama, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, que ingressaram no mercado formal por meio do sistema de cooperativa. Elas fundaram o Nós na Trama, que recebeu um selo do Sebrae. Para assistir á matéria clique no link abaixo:
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Encuentro de Tejedores
El Comité de Asesores y el Centro de Textiles Tradicionales del Cusco tienen al agrado de comunicar al público interesado el “Encuentro de Tejedores de las Américas”, que tendrá lugar en la Ciudad del Cusco (Perú), en octubre del 2010, convocando a tejedoras y tejedores de toda América con la finalidad de crear un espacio de convivencia e intercambio de conocimientos y experiencias.
Contactos: Pág. Web www.textilescusco.org

Van de tricot no SPFW
Monte Sião, MG, capital nacional da moda tricot, mostra Kombi ‘vestida’ para os visitantes do maior evento de moda do Brasil.
Hoje, 17 de junho, e amanhã, 18, uma Kombi totalmente envelopada, ou melhor, ‘vestida’ com uma peça única de tricot, vai estar estacionada em frente ao pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, palco do maior evento de moda do Brasil, o São Paulo Fashion Week.